A Prefeitura de Ponte Alta do Norte juntamente com a Secretaria Municipal de Educação, Cultura e Esporte, anunciou que todos os alunos da rede municipal de ensi...
Guerra da Ucrânia, inflação, cotação do petróleo em dólar, altos impostos são alguns dos motivos que elevaram o preço dos combustíveis ás alturas.
Nesta situação mais do que nunca, o uso do carro está sendo pensado, planejado em nome da economia. Não só encareceu o combustível, tudo subiu de preço, o país se movimenta através de caminhões, ou seja, tudo o que é produzido, fabricado, depende do petróleo para chegar á prateleira do estabelecimento, e o cliente também depende de alguma condução para SE deslocar em busca daquele produto.
No Brasil, uma recente pesquisa da revista Exame/Ideia apontou que 83% dos entrevistados diminuíram o uso do carro ou da moto por causa do aumento da gasolina, diesel e etanol. O site Webmotors Autoinsights levantou que cerca de 31% dos consumidores brasileiros estão reavaliando o modo como se locomovem, inclusive passando a andar mais a pé, de bicicleta ou em carros de aplicativos. A empresa de aluguel de bicicletas compartilhadas Tembici divulgou um crescimento de quase 50% no números de seus usuários, mostrando esse modo de transporte como uma alternativa ao automóvel. (Fonte:Aberje).
Mesmo assim tal mudança não é vista ou percebida de forma plena, pois os congestionamentos em horários de pico continuam, estacionamentos lotados.
Por outro lado o setor de manutenção teve queda no movimento, oficinas com menos serviços, setor de autopeças com diminuição nas vendas. Motoristas de aplicativos também sofrem a situação, taxistas também. Nem vou abordar os caminhoneiros, que são os que mais sofrem com isso, o diesel sobe, pedágios também e o valor do frete diminui
O uso de bicicletas porém aumentou significativamente, também a venda de motocicletas vem aumentando, bem como o valor de revenda, lei da oferta e da procura.
Usar o carro para necessidades essenciais, planejar a rota, horários para cumprir compromissos numa única saída ajuda. Os passeios “de carro” diminuem transporte coletivo, caminhadas acabam sendo a solução.
Fica a esperança que, os preços caiam, seja por diminuição de impostos, mudança na cotação do petróleo ou qualquer forma. Independentemente de quem esteja no comando do país, já que esta coluna não é de cunho político.
“Cuide da manutenção do seu veículo”
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