og:image
×

REGIÕES

Curitibanos Frei Rogério Ponte Alta do Norte

NOTÍCIAS

Expocentro Fique Ligado Segurança Santa Catarina Brasil
Economizando

Inicia o segundo Reinado com D. Pedro II

Batizado como Pedro de Alcântara João Carlos Leopoldo Salvador Bibiano Francisco Xavier de Paula Leocádio Miguel Gabriel Rafael Gonzaga, nasceu no Rio de Janeiro, no dia 2 de janeiro de 1825. Fazia parte da família real brasileira, filho de D. Pedro e Maria Leopoldina. Sua Mãe faleceu em 1826, ele tinha apenas um ano de idade e seu pai saiu do Brasil em 1831, falecendo em 1834 na Europa. Mesmo sendo o filho mais novo ficou com o trono pois seus dois irmãos mais velhos morreram ainda crianças.

Suas irmãs tinham direito ao trono, mas a constituição determinava que mulheres fariam isso somente se não houvesse um homem herdeiro.

A educação do jovem Pedro foi muito boa, dedicava muitas horas do seu dia aos estudos durante o período regencial. Sua formação, pautou-se na moralidade, e o objetivo disso era evitar que ele repetisse os exemplos de seu pai, d. Pedro I. A responsável pela educação de Pedro de Alcântara foi escolhida por d. Pedro I e chamava-se d. Mariana Carlota de Verna.

Em julho de 1840 sua maioridade foi antecipada. Conhecido pelo golpe da maioridade pois Pedro tinha apenas 14 anos de idade. Foi coroado em 18 de julho de 1841, transformando-se em D. Pedro II. Assim que ele se tornou imperador do Brasil, seu matrimônio passou a ser questão de Estado. Emissários conseguiram a princesa do reino das Duas Sicílias, Teresa Cristina Maria. O casamento foi realizado por procuração na cidade de Nápoles na Itália em 30 de maio de 1843. A Imperatriz chega ao Brasil em setembro de 1843.

A decepção de D. Pedro com a sua esposa foi grande, os relatos dizem que não era bonita, obesa e um pouco manca. D. Pedro II sentiu-se enganado, mas a contragosto cumpriu sua obrigação no casamento e permaneceram casados até o falecimento da imperatriz em 1889. Tiveram quatro filhos Afonso, Isabel, Leopoldina e Pedro Afonso, destes os dois meninos faleceram ainda na infância.

Como o pai, o filho também não foi fiel a seu casamento e teve um grande caso com Luísa Margarida de Barros Portugal, a condessa de Barral, conhecida por ter sido a aia das duas filhas do imperador. Outro caso foi com Ana de Villeneuve, a condessa de Villeneuve, esposa do dono do Jornal do Commercio.

Um ponto marcante no governo de d. Pedro II foi a Guerra do Paraguai, conflito que se estendeu de 1864 a 1870, marcando o fim do auge do seu reinado e o início da sua decadência. A partir daí, a monarquia brasileira passou a ser questionada, o republicanismo começou a ganhar força, e a imagem de d. Pedro II iniciou seu desgaste.

Para agravar a situação, a partir da década de 1870, o imperador aparentemente perdeu a vontade de governar, e motivos pessoais e de saúde fizeram-no ausentar-se por meio de três grandes viagens nas décadas de 1870 e 1880. Uma conspiração, iniciada ainda na última década, selou o destino dos anos de vida restantes de d. Pedro II. A década de 1880 foi de crise política no Brasil.

A monarquia foi perdendo sua sustentação política, e os grandes grupos que atuaram contra essa forma de governo nesse período foram os republicanos e militares. Em 15 de novembro de 1889, a república foi proclamada por José do Patrocínio no golpe foi iniciado pela ação do marechal Deodoro da Fonseca. Em 16 de novembro, ele recebeu o informe de que sua família deveria abandonar o Brasil em até 24 horas. Na madrugada do dia 17 de novembro, d. Pedro II e sua família embarcaram em direção a Portugal. D. Pedro II nunca mais retornou ao Brasil, e faleceu de pneumoniana França, em 5 de dezembro de 1891.

Bem tumultuado os governos no Brasil situação que continua até os dias de hoje e nossa economia vai encontrando espaços e sobrevivendo.

 

 


Veja também

Comentários

Carregando do Facebook...
Vídeos da Semana

Informativo Municipal - Edição 51

22/05/2024

Previsão do Tempo - 20 de Maio - Tempo firme e temperaturas mais elevadas

20/05/2024

Últimas Notícias