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Problemas nas estradas

De novo, está muito clichê dizer que as estradas precisam de reformas, recapeamentos e parar com esses tapa buracos caros e sem efeito de médio ou longo prazo, mas com efeito até a próxima chuva. A ideia aqui não é somente pedir e implorar para que o governo se organize na infraestrutura com urgência.

Vamos analisar a região serrana.

Iniciemos com o escoamento da produção. Os grãos foram colhidos, boa qualidade, problemas com seca, natureza descontrolada por não cuidarmos do meio ambiente.

Estradas intransitáveis também é da natureza descontrolada? Ou da natureza dos governos pesados e caros que utilizam muito recurso para manter a máquina pública do que manter as estradas em operação.

Na BR 470 os buracos com a maior naturalidade invadiram as pistas de ida e vinda e simplesmente estão a cada dia aumentando seu tamanho pelo trânsito que passa por ali.

Na BR SC 120 principalmente de Curitibanos a Lebon Régis, simplesmente estamos novamente procurando onde tem asfalto pois os buracos novamente dominaram. Está muito comum encontrar pessoas trocando pneu nas estradas. Esclarecendo que não tem estacionamento. Alternativa é ir na vegetação próxima e ir espalhando na pista para avisar que tem carro parado em cima da pista trocando pneu pois é a alternativa que resta.

No trevo de acesso da BR 470 para sentido Fraiburgo via Monte Carlo tinha uma cratera que achei que era um meteoro que tinha caído na região. Agora taparam até a próxima chuva (imagino).

Aquele período de se organizar por tempo nas rodovias não dá mais o trânsito e os buracos nos fazem rever agendas e sairmos sempre antes por uma questão de cuidado, saúde e querer voltar para casa.

Precisamos insistir nesse tipo de reclamação, pois ainda no mês anterior troquei de automóvel e tive que antecipar o IPVA que a placa é final seis (nada de junho, mas a vista) ou não troco os documentos.

Já estamos ouvindo sussurros da politica tributária e rever os impostos, mas tudo o que li até o momento irá sim reduzir a quantidade de impostos (hoje passe de 70) mas em quantidade pois em percentual não vi nada, se manterão as mesmas incidências e de alguma forma vamos inclusive pagar mais.

E a redução da máquina administrativa, dos poderes caríssimos que temos. Isso não se fala nada pois temos claro que legislar em causa própria não chegaremos a lugar algum.

Tenho a impressão que se alguém perguntar para mim se quer que arrume em frente a minha casa ou  do vizinho. Imagino que responderia, primeiro na minha e depois na dele. Pois é isso estamos vivenciando desde o tempo de “Cezar Augusto” no poder, já está escrito deem a Cezar o que é dele e a Deus o que é dele. A parte de Cezar não para de aumentar e a de Deus reduzir pois a fatia é a mesma.

ECONOMIZANDO Nosso silêncio de quem se cala e aceita tudo já é milenar, parece que perdemos a auto estima e a vontade de lutar pelos nossos interesses. Por exemplo ainda não sei qual era o interesse da população com o processo do Governador Moisés, pois nada foi feito pela população e os julgadores sentiram-se a sós e sem entender direito o que o povo queria.

 


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