Uma confusão envolvendo um ex-casal terminou com disparos de arma de fogo e um homem de 30 anos preso. O suspeito das ameaças fugiu e não havia sido localizado.
A pena para o homem que portava ilegalmente uma arma dentro do taxi e com ela tentou assassinar um motorista de aplicativo foi fixada em 9 anos, cinco meses e 10 dias, em regime fechado. O caso ocorreu em Curitibanos, na Serra catarinense, e foi julgado em sessão do Tribunal do Júri nesta semana.
A tentativa de homicídio foi qualificada pelo motivo fútil. Conforme consta nos autos, o réu, que tinha 24 anos na época dos fatos, em 2018, atirou porque a vítima estaria trabalhando ilegalmente no transporte de passageiros na condição de "uber”.
Os disparos com um revólver calibre .32 atingiram o ombro, pulmão e duas costelas e foram feitos na presença dos filhos da vítima. O crime ocorreu na manhã do dia 22 de agosto, por volta das 10h30min, no centro da cidade.
Mesmo atingido, o homem conseguiu fugir, correu para casa e, na sequência, foi atendido e encaminhado ao hospital. Ele perdeu os movimentos do braço esquerdo. O taxista confessou ter cometido o crime, causa que atenuou a pena. A sentença é passível de recurso.
*NCI-TJSC – Serra e Meio-Oeste.
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