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Embora ainda esteja tímida e com pouca adesão, a greve dos caminhoneiros pode ganhar força nos próximos dias. Até o momento o movimento não causou prejuízos como em 2018 que desbasteceu as cidades.
O fim da política de Preço de Paridade de Importação (PPI) que é praticada pela Petrobrás para os combustíveis e também maior fiscalização nas estradas para que seja cumprido o piso mínimo do frete e a aposentadoria especial aos motoristas, são algumas das reivindicações do movimento.
A paralisação está sendo realizada por caminhoneiros autônomos. Entidades que representam a classe, como a Associação Brasileira dos Condutores de Veículos Automotores, decidiram não participar do movimento. Já a Confederação Nacional dos Transportadores Autônomos, não orientou os associados sobre a adesão à greve.
Durante esta segunda-feira (26), começou a se espalhar pelas redes sociais, fotos e vídeos de caminhões parados.
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